Quinta-feira, 3 de Julho de 2014

Quadrilha rouba arma a polícia que seguia a pé para casa na Matola

Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) foi assaltado por quatro indivíduos que lhe roubaram uma pistola quando seguia, a pé, para casa na última terça-feira. Dois dos indivíduos acusados de envolvimento no crime estão detidos na Esquadra do Bairro T3, no município da Matola.

Os suspeitos negam todas as acusações da Polícia e contam uma história diferente. Afirmam que viram alguém a assaltar o agente da PRM, colocando-se de seguida em fuga. Preocupados, correram atrás do suposto ladrão e conseguiram arrancar-lhe a arma roubada, mas não lograram impedir que fugisse.

Segundo os suspeitos, já a caminho da esquadra para entregar a arma, foram interpelados por um grupo de polícias que os capturou, assumindo que seriam eles os criminosos. A história não convence, porém, as autoridades policiais da Matola, na medida em que traziam com eles, momentos depois do assalto, outros bens pessoais da vítima.

“O polícia é uma pessoa conhecida por eles. Interpelaram-no na tentativa de lhe roubar a arma. O polícia agiu e eles fugiram. Sendo reincidentes, tornaram a emboscá-lo e conseguiram arrancar-lhe a arma e os documentos”, explicou o porta-voz da PRM, Emídio Mabunda, acrescentando que, ano passado, foi registado caso idêntico naquela zona.

O agente da PRM assaltado sofreu ferimentos ligeiros e encontra-se a receber cuidados médicos. os suspeitos estão encarcerados para averiguações que ajudem à captura dos outros dois elementos da quadrilha ainda a monte.
publicado por Jornal Urbano De Moçambique às 18:35
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Cidadão espancado por ignorar pedido

Um indivíduo de 46 anos, ex-agente de segurança privada, foi espancado por três jovens por não ter atendido ao seu pedido de algumas moedas, de modo a poderem comprar uma garrafa de bebida alcoólica.
Em face da recusa, os jovens que já estavam a beber, reagiram com violência e o cidadão, residente no município da Matola, ficou com a boca completamente desestruturada, levando, mesmo, à intervenção médica. Os jovens agressores justificaram a situação explicando que se encontravam embriagados.
Os acusados estão detidos na Esquadra do Bairro T3, na Matola.
“Fui espancado por três jovens por não ter atendido ao seu pedido de algumas moedas, de modo a poderem comprar uma garrafa de bebida alcoólica”, contou a vítima.
publicado por Jornal Urbano De Moçambique às 18:34
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Polícia desencadeia campanha contra “adultos de rua”

A cidade de Maputo continua a ser vista como “terra de oportunidades” por muitos jovens e adultos que deixam as suas zonas de origem e demandam à capital do país em busca de melhores condições. Uma vez em Maputo, a realidade tem sido azeda para muitos, que acabam transformando as ruas e ruínas em suas moradias.

Se no passado se falava do fenómeno “crianças de rua”, hoje há um novo cenário: “adultos de rua”. Pessoas economicamente activas que fazem questão de construir cabanas, quando faltam compartimentos nas ruínas.

No histórico edifício conhecido por Vila Algarve, por exemplo, encontrámos dezenas de jovens que ocuparam todos os pisos. O cenário é de imundície e degradação. Os novos inquilinos são solidários – partilham as refeições e os utensílios de uso doméstico. Mas o que leva aqueles jovens a viverem ali? Essa é a grande questão.

João Tivane, 30 anos, um dos ocupantes da Vila Algarve, explica-se: “eu vivia com os meus pais e irmãos no bairro da Polana Caniço, até aos meus 15 anos. Mas depois saí de lá para procurar emprego na cidade. Sempre tivemos dificuldades para comer na minha casa, porque éramos muitos e o meu pai não conseguia sustentar-nos”.

Alfredo Sitóe, companheiro de Tivane, conta a sua história: “vivo na Vila Algarve desde 2002, quando saí de Chibuto, Gaza, à procura de emprego em Maputo. Aqui neste local somos quase 35. Há mulheres com bebés. Elas sustentam os filhos com o dinheiro da prostituição e os homens são polidores de carros”.

A história repete-se em muitos edifícios ocupados pelos chamados “sem tecto”. Bem próximo à Praça da Independência há um edifício cujas obras pararam. O lugar foi tomado de assalto e transformou-se numa moradia de jovens sem casa própria.
publicado por Jornal Urbano De Moçambique às 14:23
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