Segunda-feira, 2 de Março de 2015

Município inicia remoção de sucatas

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A recolha de sucatas e/ou viaturas abandonadas na via pública arranca esta semana, mais de um ano depois do anúncio da medida pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

 

O vereador de Transportes e Trânsito no Município de Maputo, João Matlombe, apelou aos proprietários de sucatas para tomarem com seriedade a advertência da edilidade nesse sentido, de forma a evitarem prováveis transtornos resultantes do processo de remoção.

Recordou que inicialmente a ideia era levar a cabo a acção no ano passado mas, porque a medida coerciva prejudicaria a muitos munícipes, foi protelada, tendo então as autoridades optado pela sensibilização para permitir que sejam os próprios donos a remover as sucatas ou os carros em estado de abandono, uma situação que mancha a estética da cidade.   

É ainda dentro da delicadeza do problema, adianta a nossa fonte, que o Conselho Municipal decidiu colocar um anúncio publicitário no matutino “notícias”, na sua edição de sexta-feira, pedindo aos citadinos para denunciarem a existência de focos de sucatas e de viaturas em estado de abandono ou ainda para apresentarem reclamações por os seus bens terem sido removidos, alegadamente sem razão para o efeito.

O vereador precisou que tudo está acautelado para que a retirada desses bens das estradas inicie esta semana, devendo terminar só quando não houver mais alguma viatura abandonada ou sucata na urbe.

De acordo com o Conselho Municipal as sucatas serão imediatamente destruídas e as viaturas abandonadas poderão ser reclamadas pelos legítimos proprietários num prazo máximo de 90 dias, findos os quais serão colocadas em hasta pública.

A recolha de sucatas e/ou viaturas abandonadas tem por objectivo aliviar a via pública, uma vez que a sua permanência nesses espaços choca com a postura camarária.

Além do factor estético, os carros e carcaças obstruem a via pública e reduzem a capacidade de mobilidade e de estacionamento de veículos, complicando ainda mais a vida dos automobilistas e de peões na capital.

Para este trabalho, o município contratou ano passado os serviços de um operador privado que deve, como condição, possuir meios materiais à altura de remover carros de grande tonelagem, tais como os estacionados há anos na avenida de Moçambique, na zona de 25 de Junho.

publicado por Jornal Urbano De Moçambique às 13:31
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