Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2013

Prejuízos da EDM podem chegar aos 100 milhões de meticais

A Electricidade de Moçambique estima em cerca de 100 milhões de meticais os prejuízos em equipamentos danificados na sequência da explosão da subestação da SONEFE, ao longo da Estrada Nacional 4, na madrugada da passada sexta-feira. Trata-se apenas de dados preliminares, já que detalhes poderão ser, brevemente, avançados por peritos da Alemanha, país de origem dos equipamentos.
“Neste momento, é difícil fazer avaliação porque, naturalmente, nós estamos mais orientados para o trabalho de emergência. Mas os custos relacionados com o equipamento danificado, se tivermos que repor tudo,podemos estar a falar de cerca de 100 milhões de meticais”, avançou o administrador executivo da empresa Electricidade de Moçambique (EDM), Adriano Jonas.

Jonas explicou, ao nosso jornal, que “neste momento ainda não podemos avançar números exactos, porque ainda tem de ser feita uma peritagem que vai determinar e recomendar qual é o trabalho posterior a ser feito. E, para isso, vamos contar com a intervenção do fabricante, que já foi contactado e disponibilizou-se a deslocar-se da Alemanha para nos assessorar nisto. A partir daí vamos poder avaliar e dizer com mais precisão o que deve ser feito”.

Na sequência daquela avaria, que provocou, inclusive, a morte de um dos técnicos da EDM, parte da cidade de Maputo e Matola sofreu restrições no fornecimento de electricidade, de cerca de 10 horas na sexta-feira e oito no sábado.
Técnicos da empresa garantem que o sistema volta à normalidade a partir de hoje, depois de trabalhos aturados durante o fim-de-semana,visando a instalação de uma ligação definitiva em substituição da alternativa.

A EDM justifica ainda que as restrições no fornecimento de electricidade às cidades de Maputo e Matola ficaram a dever-se ao recurso a uma ligação alternativa.
De referir que a EDM ainda não apurou as causas da explosão, mas sabe-se que as constantes restrições no fornecimento de electricidade causaram prejuízos significativos a comerciantes e famílias.
Por exemplo, alguns supermercados da capital fecharam antes da hora estabelecida este domingo, alegadamente por falta de energia eléctrica.
publicado por Jornal Urbano De Moçambique às 17:10
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